Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.
Fernando Pessoa
20 de fevereiro de 2008
românticos... Composição: Vander Lee
Românticos são poucos Românticos são loucos desvairados Que querem ser o outro Que pensam que o outro é o paraíso.
Românticos são lindos, Românticos são limpos e pirados Que choram com baladas, Que amam sem vergonha e sem juízo
São tipos populares, que vivem pelos bares E mesmo certos vão pedir perdão E passam a noite em claro Conhecem o gosto raro De amar sem medo de outra desilusão
Romântico é uma espécie em extinção.
Românticos são poucos, Românticos são loucos, Como eu Como eu (Como nós)
24 de janeiro de 2008
um sinal de fumaça
O ano mal começou e a vida está pulsante. Sigo animada! Que venham os desafios.
Esta foto foi tirada durante teste de iluminação para um “ensaio institucional”. No estágio novo finalmente tenho a chance de entrar em contato com o que mais gosto em minha área de estudo, a arte da reportagem.
Como bem lembrado por meu irmão, eu costumava fazer essa pose estranha em quase todas as fotografias de infância. Isso, que não foi proposital, foi o que a tornou tão importante para mim. E agora compartilho.
Desejo um excelente feriado a todos (pelo menos, aos que vivem na terra que só faz garoar!).
31 de dezembro de 2007
o ultimo post do ano...
Chegou mais rápido do que eu poderia imaginar. Sim, mais um ano foi embora e tenho a sensação de que isso vai perdendo a importância ao passar do tempo. Tempo, este que não espera ninguém.
Acho que pensei coisas para este texto durante algum tempo. Queria falar de desejos e esperanças para o novo ano, mas 2007 marcou minha vida de maneira única. Um ano de perdas inestimáveis, infelizmente.
Parece que foi ontem, pois ainda sinto a súbita fraqueza daqueles que sentem parte de sua vida partir com um ente querido muito amado. Vovô foi mais que um pai para mim, foi um anjo.
Ainda vi outras pessoas importantes partirem. O que fica é a pseudo certeza de que dia desses nos encontraremos novamente. Melancolias à parte, desejo à todos um ano novo regado de convicções novas e de energia boa.
E assim eu queria a minha ultima postagem do ano: que fosse incerta como a vida.
O Anjo Mais Velho
O Teatro Mágico Composição: Fernando Anitelli
"O dia mente a cor da noite E o diamante a cor dos olhos Os olhos mentem dia e noite a dor da gente"
Enquanto houver você do outro lado Aqui do outro eu consigo me orientar A cena repete a cena se inverte Enchendo a minh'alma d'aquilo que outrora eu deixei de acreditar
Tua palavra, tua história Tua verdade fazendo escola E tua ausência fazendo silêncio em todo lugar
Metade de mim Agora é assim De um lado a poesia, o verbo, a saudade Do outro a luta, a força e a coragem pra chegar no fim E o fim é belo incerto... depende de como você vê O novo, o credo, a fé que você deposita em você e só
Só enquanto eu respirar Vou me lembrar de você Só enquanto eu respirar
10 de dezembro de 2007
Famosas cataratas do Niágara
E a arte, esta que insiste imitar a vida. Até nas situações mais inusitadas, sempre encontramos a referência substancial. E eu, ingênua criança, me dobrando de tanto rir quando, nas diárias sessões de desenho animado, era sorteada com o episódio mais engraçado de Pica-Pau, animação criada em 1940 pelo então cartunista Walter Lantz.
Trata-se do episódio NiagaraFolls, de 1956 (sim, eu não estava nem em vias de projeto). Simplesmente, não dá para esquecer a cena clássica dos homenzinhos de capa amarela gritando “oooeeeehhh” quando alguém descia as cataratas em um barril!
O assunto veio à tona porque estava trabalhando na rede e encontrei uma referência no site “Mundo Estranho”. Abaixo, a curiosa evidência da afirmação no início do texto.
“Desci as cataratas num barril!” Não é coisa de desenho: desde 1901, 14 pessoas já tentaram vencer os 56 metros de queda do rio Niágara, no Canadá. Nove delas conseguiram sobreviver a essa aventura maluca Por Endrigo Coelho
Serviço gratuito de referências eletrônicas contribui para o acesso à informação
O uso estratégico e dinâmico da Internet possibilitou novas fontes para diversos tipos de serviços ou buscas por informações. O problema, muitas vezes, é saber a quem recorre e se essas informações são confiáveis. O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Comunicação, oferece um serviço especializado em referências eletrônicas.
A Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo existe desde 1997. Trata-se de um serviço de auxílio a pesquisas eletrônicas, em qualquer área do conhecimento e totalmente personalizado para atender as necessidades do cidadão comum. Primeiramente, foi concebido com a intenção de disponibilizar informações apenas para órgãos públicos, contribuindo para a tomada de decisões. Em 2000, o serviço foi gradualmente estendido para os cidadãos.
A disponibilização de acesso a novas fontes sem dúvida contribui para a idéia de que a rede pode se tornar um meio mais seguro para a realização de pesquisa. A BV recebe solicitações de qualquer tipo e para qualquer finalidade: desde informações sobre o Governo e o Estado de São Paulo, às áreas de saúde, exatas e humanas.
Se estiver complicado encontrar uma informação específica, ou se realmente não se faz idéia de onde começar tal busca e se as informações serão fidedignas, contate a Biblioteca Virtual, eles buscam a informação para você.
::: Como usar o serviço:
Acesse: www.bv.sp.gov.br (o site disponibiliza uma série de informações relevantes que sempre são solicitadas pelos usuários, diminuindo assim o tempo de busca).
Se a informação não estiver disponível na página, vá até o link “Fale Conosco”, no topo da página, e preencha o formulário de solicitação. As respostas são dadas impreterivelmente via e-mail ou – menos comum – por correspondência. O serviço é gratuito!
Abaixo, mini-documentário sobre a Biblioteca Virtual do Governo do Estado de São Paulo, produzido pela Escola do Futuro:
Jornalista, musicista, pós-graduanda em divulgação científica pela ECA/USP, consultora sentimental, aprendiz de Raja Yoga e apreciadora de frutos exóticos da Malásia